Dia 174, km 27039
CAMBOJA

Phnom Penh, the Killing Fields & Genocide Museum

Primeiramente, tenho que esclarecer que passei um mês certinho no Camboja, para fazer voluntariado como professora de inglês, mas que aqui só relato e documento a minha experiência como viajante.

Phnom Penh é uma cidade grande, e confusa como tal. Apesar de muito mais organizado e limpo que Kathmandu, a ultima capital onde estive antes, é, ainda assim, poeirenta, barulhenta, mas cheia de recantos maravilhosos. Os sitios obrigatórios a visitar são o Killing Fields, o maior dos 222 campos de genocídio durante a ditadura de Pol Pot, o Khmer Rouge, e o Genocide Museum, o local onde foram encontrados 14 corpos depois da invasão das tropas Vietnamitas a 25 de Dezembro de 1978, que acabou com a ditadura no Camboja. Ambos os sitios são extremamente gráficos, mas importantes para nós, turistas, compreendermos melhor a história e cultura do Camboja.

Além disso, o Royal Palace, Wat Phnom e Wat Ounalom, são pontos de paragem obrigatória.

Siem Reap, Angkor Wat & Phnom Kulen National Park

Passei apenas um fim de semana em Siem Reap visto que durante a semana trabalhava na escola, mas mesmo assim deu tempo para visitar grande parte do complexo de Angkor Wat, e ainda uma ida ao Phnom Kulen National Park.

Angkor Wat é um complexo de templos gigantesco, e vale bem a pena ir mais do que um dia. A melhor forma é ir de bicicleta, para quem gosta de independência (as bicicletas alugam-se em Siem Reap por apenas 1USD por dia), ou de tuk-tuk, para quem tem menos tempo e quer ser levado directamente aos sitios mais importantes (o tuk-tuk para o dia todo custa cerca de 15USD, e leva 4 pessoas, por isso fica por menos de 4USD por pessoa, se levarem o tuk tuk cheio). Os templos são tão (ou mais) incriveis do que aquilo que pensamos que são. Há bilhetes diários, de 3 dias e semanais. Para quem pode, o de 3 dias será o melhor, para dar tempo de ver tudo!

Já o Phnom Kulen National Park fica mais dispendioso: tem que se ir de mini-bus (cerca de 10USD por pessoa), e a entrada são 20USD. O parque tem uma cascata simpática, mas que fica completamente sobrelotada… Por isso convém ir o mais cedo possível, para desfrutar! Tem ainda um templo com um Buda deitado, local de peregrinação para muitos que visitam a região, mas o melhor de tudo é o trek (cerca de 2h) que se pode fazer pelo parque.

Sihanoukville & Koh Rong Samloem

Koh Rong Samloem foi sem dúvida o ponto alto da minha visita ao Camboja! Uma ilha lindíssima, muito rural, com águas turquesas quentes, e repletas de plankton que iluminam o mar nas noites mais escuras (sem lua). Um verdadeiro oásis!

Para chegar às ilhas Koh Rong é preciso apanhar um ferry desde Sihanoukville, cerca de 10USD. Eu fiquei em Koh Rong Samloem, a 2ª ilha (Koh Rong é a maior, e mais populada), na praia mais a norte. Tem alojamento que sobra, e uns bungalows que são uma delicia tropical!

Há tours de barco que nos levam a passear pelas praias, ilhas desertas, fazer snorkellinhg, pescar, e ver o por-do-sol do alto mar, a preços bastante convidativos (5USD a 10USD), e valem bem a pena! Há comida deliciosa, baseada acima de tudo no peixe fresco que os pescadores locais (ou nós próprios 🙂 ) apanhamos no próprio dia!

Lamentavelmente a minha experiência no Camboja como viajante foi muito breve… Mas já vos escrevo do Vietname, e só vos digo que o próximo post PROMETE! 🙂

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